Coamo sinaliza para soja com safra cheia na região de Palmas

Escrito em 28/01/2026
Ivan Cezar Fochzato

A safra de soja cultivada pelos associados da Coamo, unidade de Palmas, Paraná, deverá repetir o bom desempenho da safra passada, com alta produtividade. Algumas lavouras estão em fase  inicial de colheita,  confirmando a projeção de bom desempenho. Na avaliação do Supervisor Técnico da Coamo local, Jean Kleber Morando, a estiagem das últimas semanas não deve interferir no estágio avançado de desenvolvimento das lavouras de soja.

Informou que as primeiras colheitas sinalizam rendimento entre 175 a 190 sacas por alqueire, mas que, podem atingir a média de 200 sacas, como ocorreu no período passado, caso não haja impacto climático adverso daqui para frente.
Área cultivada pelos associados da Coamo de Palmas alcançam 35 mil hectares, com projeção de colheita de dois milhões de sacas, aproximadamente.

Morando adiantou que a estrutura para recebimento e movimentação da safra já está adequada à demanda dos cooperados, com carregamentos para o porto e contratação de trabalhadores para agilizar o processo.

Avaliou que os cooperados tiveram até o momento uma safra tranquila, quanto as aplicações e manejos, visando aumentar a produtividade e, consequentemente, rentabilidade, apesar do preço de mercado da comodity.

Palmas lidera produção de semente de soja no Paraná e se consolida como referência estadual

[Grupo RBJ de Comunicação] Coamo sinaliza para soja com safra cheia na região de Palmas

O Gerente da Unidade Palmas, Fernando Sagioneti, o Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, sinalizam que as cultivares, milho e soja, estão se desenvolvendo conforme expectativa dos cooperados apontando para resultado positivo de produtividade.

“Devemos ter uma safra cheia na área total da Coamo”, assegurou. Já na área de sua gerência, as lavouras são expressivas, tanto do ponto de vista visual quanto de avaliação técnica. “Devemos bater recorde de recebimento e nossas unidades em Palmas e Coronel Domingos Soares que estão com espaços totalmente reservados para a colheita da nova safra”, informou. Seguindo os produtores, Sagioneti manifestou preocupação com a queda constante dos preços, acentuada pela queda do dólar, exigindo maior esforço dos cooperados para cumprir seus compromissos. Concorda que a alta produtividade irá compensar a diminuição dos preços. “ Apostamos que o produtor irá manter nível de lucro na sua atividade”, avaliou.

.