Eleição transcorre dentro da normalidade em Palmas e Coronel Domingos Soares

Escrito em 04/10/2026
Guilherme Zimermann

As eleições deste domingo (4) transcorrem com certa tranquilidade em Palmas e Coronel Domingos Soares, de acordo com avaliação da Justiça Eleitoral e do Ministério Público Eleitoral. Apesar de ocorrências pontuais relacionadas à falta de energia elétrica em alguns locais de votação, a votação segue normalmente.

A avaliação foi feita pela juíza eleitoral da Comarca de Palmas, Cecília Guetter, e pela promotora de Justiça, Gabriela Sanchez, responsável pelo Ministério Público Eleitoral na comarca, em entrevista à Rádio Club.

Segundo a juíza, durante a manhã foram registrados problemas de fornecimento de energia em alguns locais de votação. Em determinados pontos, a situação foi contornada com o uso de baterias das próprias urnas eletrônicas e baterias extras.

A magistrada também reforçou a importância de os eleitores levarem de casa a anotação com os números dos candidatos. Segundo ela, a quantidade de candidatos e etapas da votação pode contribuir para a formação de filas. A orientação é que os eleitores tenham os números anotados na ordem da votação, começando por deputado federal, deputado estadual, senador, governador e presidente.

A votação segue até as 17h. Quem estiver na fila ou já tiver ingressado no local de votação dentro do horário terá o direito de votar assegurado. Após o encerramento, porém, não haverá prorrogação do horário em razão de eventuais atrasos registrados durante o início da votação.

A promotora de Justiça, Gabriela Sanchez, afirmou que o Ministério Público Eleitoral também está acompanhando o processo durante todo o dia. Segundo ela, algumas denúncias pontuais ainda estão sendo verificadas, mas, até o momento da entrevista, não havia registro de situação de maior gravidade que apresentasse elementos suficientes para uma atuação judicial imediata.

Equipes do Ministério Público estão circulando pelos locais de votação para orientar servidores da Justiça Eleitoral, fiscais partidários e acompanhar possíveis situações de aglomeração ou crimes eleitorais.

A promotora também destacou a importância de que o eleitor forneça informações concretas ao denunciar uma possível irregularidade. Denúncias genéricas, como relatos de suposta boca de urna sem indicação precisa de pessoas, locais ou outras evidências, podem dificultar a apuração.

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